Olimpíadas 2012

Vencedor da maratona recebe medalha durante cerimônia de encerramento

Neste domingo, Stephen Kiprotich, de Uganda, ficou em primeiro lugar na prova mais tradicional dos Jogos Olímpicos

iG São Paulo | 12/08/2012 19:03:41 

 
AP

Stephen Kiprotich é saudado pelo público antes de ganhar a medalha de ouro

 

Durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, neste domingo, foram entregues as medalhas da disputa da maratona masculina. A vitória ficou com Stephen Kiprotich, de Uganda, que completou os 42,195 km em 2h08min01. A medalha de prata foi para o queniano Abel Kirui (2h08min27) e o bronze para seu compatriota Wilson Kipsang (2h09min37).

O belga Jacques Rogge, presidente do COI, e o senegalês Lamine Diack, presidente da IAFF, entregaram as medalhas da prova mais tradicional dos Jogos Olímpicos.

Esta foi a segunda vez que o hino de Uganda tocou na história das Olimpíadas. Nos Jogos de Munique, em 1972, John Akii-Bua ganhou a final dos 400 metros com barreiras e deu o primeiro ouro para o país africano.

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Choque religioso

Ataques a bomba matam ao menos 36 pessoas em igrejas da Nigéria

Explosões aconteceram em cinco igrejas no estado de Kaduna. Nenhum grupo ainda assumiu a autoria dos atentados

iG São Paulo | 17/06/2012 10:02:04 – Atualizada às 17/06/2012 21:56:58

Trinta e seis pessoas morreram e cerca de cem ficaram feridas em atentados praticados neste domingo contra cinco igrejas do estado de Kaduna (norte da Nigéria) e em violentas manifestações de cristãos realizadas depois do ataque, indicou uma autoridade da Agência Nacional de Situações de Emergência (NEMA).

Segundo a polícia, 16 pessoas foram mortas em explosões em três igrejas. Além disso, um membro da Cruz Vermelha na cidade de Kaduna indicou à AFP que os serviços de emergência tinham conseguido “recuperar até o momento os corpos de 20 pessoas” mortas em tumultos, em grande parte queimadas.

Cinco atentados a bomba, incluindo um suicida, atingiram neste domingo de manhã igrejas cristãs de Zaria e em Kaduna, as duas principais cidades do estado de Kaduna, em uma região regularmente sacudida pela violência atribuída ao grupo islamita Boko Haram. Um cessar-fogo de 24 horas foi imediatamente decretado no estado pelas autoridades locais.

Esses ataques não foram reivindicados, mas o grupo islamita Boko Haram, autor de diversos atentados tendo como alvo os cristãos, havia declarado recentemente que manteria os ataques a igrejas.

As explosões e os ataques de retaliação aumentaram temores de um conflito sectário mais amplo no país que é o maior produtor de petróleo da África e membro da Opep, embora ondas de violência desta natureza sejam geralmente breves.

Multidões de cristãos revoltados saíram às ruas para se vingar dos muçulmanos em uma área majoritariamente cristã da cidade de Kaduna, capital do estado de mesmo nome.

Compostos essencialmente de jovens cristãos, os grupos montaram barricadas em uma grande estrada em direção à capital federal Abuja, principalmente nas localidades de Trijania, Gonin Gora e Sabon Tasha, parando carros e separando os muçulmanos.

No domingo passado, atentados reivindicados pelos islamitas do Boko Haram tinham atingido duas igrejas do centro e do nordeste da Nigéria, deixando quatro mortos, incluindo um terrorista suicida, e cerca de cinquenta feridos.

A Nigéria, país do populoso da África com cerca de 160 milhões de habitantes, está dividida entre um norte majoritariamente muçulmano e um sul cristão mais rico, graças ao petróleo.

* Com AFP e Reuters

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Ainda como investidor pequeno, Brasil está na corrida para fincar pé na África

Texto: Paula Adamo Idoeta

Fonte: BBC Brasil

9 de maio, 2012

O Brasil ainda abocanha uma parcela pequena das oportunidades de negócios na África, mas tenta ampliar seus investimentos para “fincar o pé” no continente. Para alguns analistas, porém, o país ainda está perdendo chances de crescer no outro lado do Atlântico.

Segundo estudo recém-lançado pela consultoria Ernst & Young, o Brasil está no fim da lista dos 30 maiores investidores da África, respondendo por apenas 0,6% dos novos projetos de investimentos diretos estrangeiros (FDI, na sigla em inglês) no continente entre 2003 e 2011.

Em comparação, os EUA abocanharam 12,5% dos novos projetos; a China (Hong Kong incluída), 3,1%; e a Índia, 5,2%.

Na última quinta-feira, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) realizou seminário, no Rio, para debater a cooperação com o continente africano.

Na ocasião, o banco BTG Pactual afirmou a intenção de captar US$ 1 bilhão para investimentos do setor privado brasileiro na África, em áreas como energia, infraestrutura e agricultura, relata O Estado de S. Paulo. A Eletrobrás também estuda hidrelétricas em Angola e Moçambique, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pediu mais aportes do G20 (grupo das maiores economias do mundo) ao Banco Africano de Desenvolvimento.

Investimentos e o desenvolvimento do continente africano também serão debatidos pelo Fórum Econômico Mundial, em reunião na Etiópia, entre quarta e sexta-feira, que tem como tema as transformações em curso na África.

‘Perdendo oportunidades’

Os investimentos brasileiros em terras africanas cresceram 10,7% entre 2007 e 2011, mas em índices menores que outros emergentes – a taxa da Turquia, por exemplo, foi de 49,5% no período, aponta o relatório.

“Nossa visão é de que as companhias brasileiras estão perdendo oportunidades na África”, disse à BBC Brasil Michael Lalor, diretor do Africa Business Center da Ernst & Young. “Foram 33 projetos de investimento estrangeiro direto do Brasil na África desde 2003 – menos de 1% do total.”

E, com o crescimento do mercado consumidor africano, “surpreende que empresas brasileiras de consumo – serviços financeiros, varejo, telecom – não estejam mais ativos no continente”, agregou. Para o executivo, há também expectativas de que o Brasil “use seu expertise em biocombustíveis para investir mais fortemente nisso”.

Projetos mais agressivos de investimento na África são de Índia e China (foto acima, no Congo)

Já há alguns ensaios nesse sentido. Em 2011, as empresas brasileiras Guarani e Petrobras assinaram um memorando de intenções de estudar a viabilidade de produzir biocombustível em Maputo, Moçambique.

Laços históricos

“O Brasil tem laços históricos e significativos com partes do continente”, ressaltou Ajen Sita, presidente-executivo da E&Y na África, em referência aos fortes investimentos brasileiros em países de língua portuguesa, como Moçambique e Angola, visitados pela presidente Dilma Rousseff no ano passado.

O primeiro país abriga empreendimentos da Vale e da Odebrecht, uma das maiores empregadoras locais; o segundo é o maior receptor dos investimentos brasileiros no continente (R$ 7 bilhões, segundo estimativas de 2011 da Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola). Empresas como Petrobras e construtoras como Odebrecht e Andrade Gutierrez têm operações sólidas ali.

Indo além da África lusófona, porém, a presença brasileira ainda é tímida. “O Brasil ainda não investe (o suficiente) para fincar seu pé de uma maneira mais abrangente na África”, agregou Ajen Sita.

Mas, para a diretora reginal da África da Economist Intelligence Unit, Pratibha Thaker, o Brasil está seguindo um curso natural. “Não acho que o país tenha desperdiçado oportunidades. Começou com os países de língua portuguesa e agora está avançando para outros – por exemplo a África do Sul, onde mira o varejo e a agricultura”, afirmou à BBC Brasil.

“É a primeira vez que o continente africano está sendo encarado com seriedade pelo mundo (como um polo de oportunidades). E o Brasil, ao contrário da China, é bem visto por sua tendência a empregar mão de obra local, transferir tecnologia.”

Ela adverte, porém, que espaços não ocupados por outros países na África serão tomados por investimentos chineses e indianos.

Avanços e recuos da África

O relatório da Ernst & Young aponta que, entre 2010 e 2011, cresceu 27% o número de projetos financiados por investimento direto estrangeiro na África. Os principais receptores são África do Sul, Egito, Marrocos, Argélia, Tunísia, Nigéria e Angola.

Mesmo assim, o continente abocanha apenas 5,5% do total dos investimentos estrangeiros – algo que, na opinião de Ajen Sita, “não reflete o potencial econômico da África”.

Isso é atribuído à desconfiança de muitos investidores com relação à instabilidade política, à corrupção e às dificuldades em fazer negócios atribuídas aos países africanos.

No levantamento feito pela E&Y, empresários sem presença na África veem a região como “a menos atrativa para negócios do mundo”. No entanto, diz a consultoria, quem já faz negócios na África tende a melhorar sua percepção sobre o continente e a considerá-lo quase tão atrativo quanto a Ásia.

Também cresce o volume de negócios entre países africanos, enquanto velhos desafios permanecem: a infraestrutura continental é deficiente e requer investimentos de mais de US$ 90 bilhões, apontou Sita.

Outro antigo desafio é a estabilidade continental – um problema antigo que atualmente se manifesta com os levantes da Primavera Árabe e com golpes de Estado em países como Mali e Guiné-Bissau.

Em resposta a isso, o relatório da E&Y afirma que, apesar de focos de conflitos, “a democratização africana é algo real, com os Estados unipartidários se tornando cada vez mais a exceção, em vez de a regra”.

Postado por Andreina

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Indicação de filme

Filme: Invictus

Recentemente eleito presidente, Nelson Mandela (Morgan Freeman) tinha consciência que a África do Sul continuava sendo um país racista e economicamente dividido, em decorrência do apartheid. A proximidade da Copa do Mundo de Rúgbi, pela primeira vez realizada no país, fez com que Mandela resolvesse usar o esporte para unir a população. Para tanto chama para uma reunião Francois Pienaar (Matt Damon), capitão da equipe sul-africana, e o incentiva para que a selação nacional seja campeã.

fonte:http://www.adorocinema.com

postado por Andreina

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Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul, comumente abreviado para IBAS, também chamado de G3, é um acordo feito entre ÍndiaBrasil e África do Sul de caráter político, estratégico e econômico.

Em 6 de junho de 2003, em Brasília, por meio da Declaração de Brasília, iniciou-se o estreitamento das relações entre os países IBAS. Este constituiu um encontro pioneiro de três países com democracias vibrantes, de três regiões do mundo em desenvolvimento e atuantes em escala global, com o objetivo de examinar temas da agenda internacional e de interesse mútuo. Nos últimos anos, notou-se a importância e a necessidade de diálogo entre países e nações emdesenvolvimento do Sul. Estes três países representam as maiores democracias em cada continente (ou subcontinente) e que juntos representam uma população de 1,25 bilhão de pessoas.

Para o Brasil, o G3 tem, hoje, mais importância política que comercial, uma vez que o intercâmbio comercial como Índia e África do Sul ainda é relativamente baixo. Contudo, o apoio político destes países pode ser fundamental para que a política externa brasileira alcance objetivos importantes (como a questão dos subsídios agrícolas na Organização Mundial do Comércio e o assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas).

Em 13 de setembro de 2006, foi realizada, em Brasília, a primeira cúpula do IBAS, com a reunião dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, Thabo Mbeki, da África do Sul, e do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh. Eles se comprometeram a estimular o comércio trilateral de seus países, e assinaram vários acordos de cooperação nas áreas de energia e de transporte.

No ano seguinte, a II cúpula IBAS firmou o compromisso de aumentar em pelo menos 50% o comércio trilateral além de debater soluções para os gargalos que dificultam este crescimento, em especial na área de infraestrutura. Outros temas debatidos no encontro foram os biocombustíveis, energia nuclear e medicamentos genéricos.

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Indicação de leitura

Para aprofundamento do conhecimento sobre as relações entre o Brasil e a África Subsaariana vale a pena baixa o livro produzido pelo Ipea: 

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/111222_livropontesobreoatlanticopor2.pdf

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Metade das arenas construídas para a Copa dá prejuízo à África do Sul

postado por Andreina

Jamil Chade – O Estado de S.Paulo

Quase dois anos depois da Copa da África do Sul, cinco dos dez estádios construídos para a competição são hoje mantidos integralmente graças ao dinheiro público, não conseguem atrair eventos suficientes nem sequer para cobrir seus custos de manutenção e já se calcula que, em alguns casos, custaria menos demoli-los do que pagar por sua manutenção na próxima década.

Os dados foram coletados pelo sul-africano Eddie Cottle, especialista que por meses estudou a situação dos estádios do país e, com dados oficiais dos governos das províncias, revela que o contribuinte ainda paga pela manutenção desses elefantes brancos. “Esse é o legado da Copa que ninguém ousa falar”, declarou Cottle ao Estado.
Segundo ele, entre 2003 e 2010, o orçamento público previsto pelo governo para o Mundial aumentou em 1.709%, para um total de US$ 4,8 bilhões (cerca de R$ 8,8 bilhões) apenas para as obras dos estádios e infraestrutura. “Mas o que ninguém se deu conta é que, mesmo depois da Copa terminada, os gastos continuaram”, declarou. Para ele, essa conta também precisará ser feita no Brasil.
Segundo o levantamento de Cottle, o Estádio Moses Mabhida, em Durban, ainda não conseguiu terminar uma temporada sem que a prefeitura não tivesse de intervir e resgatar os administradores do local de suas dívidas.
Na Cidade do Cabo, o Green Point exige a cada ano US$ 5,6 milhões (R$ 10,2 milhões) da prefeitura para que possa ser mantido, mesmo com a organização de jogos e shows no local. Tanto Durban quanto a Cidade do Cabo já pediram ajuda ao governo federal para permitir que essas dívidas sejam compartilhadas com a administração central do país.
Em Porto Elizabeth, o custo anual de manutenção chega a US$ 8,1 milhões (R$ 14,8 milhões), arcado pelo poder público. Para fazer frente às dívidas, o governo local anunciou no final de 2011 que estava reduzindo gastos de outras áreas em US$ 99 milhões (R$ 181,5 milhões).
O Peter Mokaba, em Polokwane, e o Mbombela, em Nelspruit, são os outros elefantes brancos que a Copa deixou.
Os custos para manter as 5 arenas são tão altos que estudos mostram que demoli-las seria mais econômico. “Só não farão isso agora porque o custo político seria gigante. Mas, economicamente, sabem que é o que faz sentido e acredito que, em alguns anos, vamos ver essa proposta seriamente debatida”, declarou Cottle.
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África

Vídeo bem interessante para trabalhar em sala de aula.

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Apartheid

Um dos piores capítulos da História africana

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Globo reporte

As diversidades africanas

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